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12/12/2017 - Heitor lamenta fracasso das políticas públicas do governo Camilo

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Heitor Férrer (PSB) lamentou o fracasso das políticas públicas implantadas no governo Camilo Santana e não cumprimento de suas promessas de campanha, como a ampliação do programa “Minha Casa, Minha Vida” em parceria com o Governo Federal.


O parlamentar ressaltou que, de acordo com dados das contas do Governo, houve uma diminuição de 85% dos investimentos em habitação comparado a 2014. “Na execução orçamentária de habitação, Cid deixou aplicado, em 2014, R$ 164 milhões. O governo Camilo aplicou, em 2015, R$ 62 milhões. Em 2016, ele aplicou R$ 24 milhões. Ou seja, 85% a menos. O governador foi ao interior do estado dizer que iria ampliar o programa de moradia, mas o que fez de concreto é um fracasso total”, afirmou.


Outra área em que as políticas públicas fracassaram, segundo Heitor, é a da segurança pública, com o estado encerrando o ano de 2017 com índices alarmantes de assassinato. “Estamos no no penúltimo ano do governo Camilo e ele vai deixar o estado com quase 5 mil cruzes de cearenses assassinados. Vai entregar, este ano, o Ceará mais violento. É inimaginável que um governo possa ser tão fracassado no combate à violência quanto o governo Camilo”, lamentou.


Heitor também comentou o novo programa do governo de combate à pobreza, o “Cartão Mais Infância”, que irá beneficiar 58 mil famílias, com crianças de 0 a 5 anos, em situação de extrema vulnerabilidade social com auxílio mensal de R$ 85,00. “Não sou contra a possibilidade de o governo dar auxílio às famílias carentes, mas não se pode achar que dando 85 reais vai resolver o problema da pobreza e da violência do estado do Ceará”.


O deputado defendeu que é preciso que o governo invista primeiro em saneamento básico, educação de qualidade, saúde, lazer, emprego e renda. “Se não fizer isso, é dar piaba invés do anzol e lançar um ano antes das eleições um programa puramente eleitoral. Não estou sendo contra o programa, mas estou questionando que isso não resolve o problema da extrema pobreza e suas consequências que tem como ponto maior a violência no estado do Ceará”, disse.

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