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17/02/2016 - ROBERTO MESQUITA CRITICA SERVI?OS PRESTADOS PELA COELCE

O deputado Roberto Mesquita (PV) criticou, a Companhia Energética do Ceará (Coelce) pela má qualidade do serviço prestado no Estado. “Muitas cidades do Ceará não se desenvolvem por causa da Coelce, que afronta as pessoas”, apontou.O parlamentar destacou que, em algumas cidades e bairros, só chega energia monofásica, enquanto deveria ter energia trifásica. “A energia monofásica não permite que o cidadão ligue uma máquina de maior porte, por exemplo. Essa empresa assalta as pessoas e não cumpre o contrato”, afirmou.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Coelce, instalada na Assembleia Legislativa em 2009, foi lembrada pelo parlamentar. “Essa CPI teve diversos problemas. Enquanto os deputados tentavam resolver os problemas para o povo, a Coelce tentou cooptar esses parlamentares para continuar lucrando. Isso é absurdo”, criticou.Roberto Mesquita também questionou a atuação das agências reguladoras e afirmou que são "inativas" no tocante à fiscalização dos serviços oferecidos pela companhia energética."A Coelce presta um serviço de péssima qualidade, rouba os cearenses. Não existe ninguém que não tenha problemas com essa companhia. A Coelce só serve o seu próprio bolso e faz suas próprias regras, menosprezando o povo com contas caras e lucros exorbitantes”, reiterou o parlamentar.

SÉRGIO AGUIAR DEFENDE AMPLIAÇÃO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

Sérgio Aguiar (Pros) defendeu, a ampliação da rede de distribuição de energia eólica produzida no Estado. Segundo o parlamentar, esse é o grande gargalo do setor, já que o potencial energético do Ceará “não está sendo injetado na rede nacional de energia”. De acordo com Sérgio Aguiar, o principal financiador do setor eólico brasileiro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), encerrou o ano passado com R$ 7,42 bilhões para 82 novos projetos de geração de energia elétrica a partir dessa fonte, que somam 2.102MW de potência instalada. “Os R$ 7,42 bilhões representam aumento de 12,7% em relação ao montante aprovado no ano anterior, de R$ 6,58 bilhões. A quantidade de projetos aprovados mais que dobrou, passando de 40 para 82 — crescimento de 105%. No fim de 2015, o BNDES aprovou três novos financiamentos, no valor total de R$ 1,4 bilhão, para complexos eólicos em Pernambuco, Rio Grande do Sul e Ceará. Os três projetos terão 274 aerogeradores, com potência instalada total de 495,6 MW, e devem gerar 1,6 mil empregos diretos e cerca de 3,5 mil indiretos na fase de implantação”, frisou. Sérgio Aguiar observou que o Ceará é um dos destaques na área de produção de energia eólica. “Para o Complexo Eólico de Aracati, do Grupo Alupar, foram aprovados R$ 261,3 milhões. Orçado em R$ 483,15 milhões, o complexo, formado por cinco parques eólicos, terá potência instalada de 98,7 MW”. Na construção, devem ser criados cerca de 425 empregos diretos e 1,3 mil indiretos. Em operação, serão 33 diretos e 100 indiretos gerados pelo parque.

HEITOR FÉRRER COBRA RESSARCIMENTO DE INVESTIMENTOS FEITOS PARA A REFINARIA

O deputado Heitor Férrer (PSB) cobrou, o ressarcimento dos investimentos feitos pelo Governo do Estado para a obra da refinaria Premium I. De acordo com o parlamentar, o Governo do Estado desembolsou R$ 600 milhões e, desde o anúncio do cancelamento do empreendimento, “não se tocou mais nesse assunto”. Heitor Férrer qualificou esse gasto como “estelionato” e afirmou que o Ceará é um estado pobre e que “não pode se dar ao luxo de perder essa quantidade de dinheiro”. O parlamentar lembrou outros altos investimentos do Governo que resultaram em obras não finalizadas ou “mal feitas”. Ele citou o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que gerou um gasto de mais de R$ 134 milhões para o Estado, mas a obra está parada. Outro investimento lembrado foi o do Metrofor. “Uma obra que levou 18 anos pra sair do canto, e as partes que foram concluídas se equiparam a obras de países de terceiro mundo.”  

CAPITÃO WAGNER PEDE CPI DO NARCOTRÁFICO NA ASSEMBLEIA

O deputado Capitão Wagner (PR) pediu, a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico, que foi protocolada há nove meses na Assembleia Legislativa. Segundo o parlamentar, o crime organizado está avançando no Estado, e o Legislativo também precisa “fazer a sua parte”. De acordo com Capitão Wagner, as facções criminosas estão fazendo acordos de paz, e o alvo desses grupos passa a ser os cidadãos e os policiais. “Recentemente, houve uma grande comemoração no Conjunto Palmeiras, por mais um acordo firmado entre as quadrilhas. Aconteceram carreatas, queima de fogos e consumo de bebidas e drogas, celebrando a paz entre os traficantes”, acrescentou o deputado.

Para o deputado, “ou a Casa tem responsabilidade de colocar para funcionar a CPI do Narcotráfico ou é melhor deixar de demagogia através de discursos que não têm repercussão”.

CARLOS MATOS RESSALTA LANÇAMENTO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Carlos Matos (PSDB) destacou, o lançamento da Campanha da Fraternidade de 2016, que tem o saneamento básico como tema principal. A campanha, lançada na quarta-feira (11/02), pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta “para um ponto importante em um momento crítico da saúde no Brasi. “Estamos vivendo típicas doenças que são clássicas de onde não há saneamento.”

De acordo com o parlamentar, das 768 milhões de pessoas no mundo sem saneamento, cerca de 100 milhões estão no Brasil. “É alarmante. É maior que qualquer nação da América Latina”, informou. O tucano lembra que o Ceará foi destaque na dengue por conta do não investimento em saneamento básico. “Só tem 37% de saneamento, percentual inalterado nos últimos cinco anos. Quero saber o que o Governo vai fazer; qual o avanço”, questionou.

Carlos Matos ressaltou que houve um projeto prioritário no Estado chamado Sanear, no primeiro Governo Tasso Jereissati, permitindo que Fortaleza fosse a 28ª cidade do País em saneamento. “A realidade hoje é que Fortaleza é 66ª. Perdeu muito na posição do raking porque não se fez mais investimento”, disse.

FERREIRA ARAGÃO DESTACA REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA NO CARNAVAL DESTE ANO

O deputado Ferreira Aragão (PDT) destacou, a diminuição do número de homicídios registrados no período do Carnaval em 2016. Segundo o parlamentar, os números divulgados pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) apontam 46 mortes neste ano. O levantamento, feito a partir das 18h de sexta-feira (05/02) até às 15h de terça-feira (09/02), soma casos de homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. “Ainda não foram divulgados todos os números, mas está claro que a violência foi menor que em 2015, que fechou o Carnaval com 76 mortes”, assinalou.

Com apoio da Agência de Comunicação da AL

Fonte: AVOL

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