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04/01/2016 - Saúde, Segurança e Mobilidade Urbana são prioridades para pretensos candidatos

O Diário do Nordeste conversou com alguns prováveis candidatos ao cargo de prefeito de Fortaleza, para saber deles quais as prioridades que o próximo gestor da Capital cearense deve ter em seu mandato, visto que no ano que se inicia teremos disputa eleitoral. Dentre os tantos problemas que a cidade enfrenta, eles apontaram a melhoria na Mobilidade Urbana como uma das principais metas para a próxima administração.


O pré­candidato do PSB, deputado Heitor Férrer, disse que a Saúde, por ser a primeira reclamação dos que precisam de atendimento na cidade, deve ser a prioridade do próximo gestor, assim como Segurança,onde ele assegura que o Município tem que ter políticas públicas para evitar o início da violência. 

Moradia e Emprego vem logo em seguida na opinião do socialista. No entanto, ele destacou que a Educação “de qualidade” é necessária como “a prioridade das prioridades”. Ao Diário do Nordeste, Tin Gomes (PHS), que também se coloca como pré­candidato, afirmou que, em época de crise econômica, o ideal seria fazer pequenas transformações na cidade, não pensando em medidas “mirabolantes” para melhorar a vida da população. 

Tin citou, por exemplo, melhorias em equipamentos públicos, como praças e aumento da iluminação pública na cidade. Para Bruno Pedrosa (PSC), que já se posicionou como provável candidato na Capital cearense, a Mobilidade Urbana é a prioridade crucial. 

No entanto, ele ressaltou que ainda falta muito a ser feito nas áreas da Segurança Pública e Saúde. “A oferta de transporte público na periferia é insuficiente,e não há discussão de um projeto de passe livre para estudantes da rede pública”, apontou. Segundo ressaltou, os espaços públicos não estão ocupados e não há projetos de inclusão social capazes de diminuir a criminalidade. 

Para Renato Roseno (PSOL) a questão da Saúde é emergencial, da mesma forma que a problemática da morte de jovens na cidade. Ele participa com o deputado Ivo Gomes (PROS) do Comitê de Prevenção e Redução de Homicídios na Adolescência da Assembleia Legislativa.

O parlamentar afirmou ainda que é preciso romper com um hiato que existe em infraestrutura, principalmente, na questão do Saneamento Básico. “Temos metade da cidade sem esgoto”, lamentou. Apesar de apontar que essas áreas como problemáticas, Roseno destacou que a mobilidade urbana integrada em Fortaleza é um dos grandes desafios para o próximo gestor.

“Temos um problema gigantesco de mobilidade, o que demanda muito investimento em transporte de massa e integração intermodal”, defendeu. O Diário tentou entrar em contato com os outros possíveis candidatos ao Governo Municipal, mas os mesmos não atenderam as ligações ou responderam às mensagens que foram enviadas. 

Fonte: Diário do Nordeste 

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