Na Mídia

10/07/2017 - Críticas a posturas no plenário da AL

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Deputados da Assembleia Legislativa lamentam o desrespeito aos pronunciamentos de colegas e até mesmo às votações de matérias de interesse da população. Na última semana, em dois momentos distintos, parlamentares foram criticados por não se comportarem de modo adequado no Plenário 13 de Maio.

Em uma das ocasiões, o presidente da sessão, Tin Gomes (PHS), chegou a dizer que iria focar a câmera da TV Assembleia em todo o plenário, visto o comportamento de seus pares quando das sessões deliberativas. Já Augusta Brito (PCdoB), durante discurso sobre os direitos das mulheres, lamentou que os colegas não acompanhassem as discussões sobre machismo na sociedade cearense.

O Diário do Nordeste ouviu alguns deputados da Casa, que defendem que as sessões deliberativas tenham maior divulgação na TV Assembleia, mostrando o comportamento dos parlamentares em suas bancadas. Outros acham a medida desnecessária, uma vez que, para eles, cada deputado tem prerrogativa de se comportar como bem entender.

"Alguns deputados, muitas vezes, cobram algo que eles não cumprem. Eles ficam se comportando como não deveriam, criando inconveniências", disse o vice-presidente do Poder Legislativo, Tin Gomes. "Acho que é preciso coerência nos discursos e atitudes", afirmou, por sua vez, o deputado Julinho (PDT).

Transparência

Heitor Férrer (PSB) cobrou mais transparência na Casa e ressaltou que, ao filmar todo o plenário, os trabalhos serão mais transparentes. A defesa também é feita pela deputada Silvana Oliveira (PMDB). "No discurso da deputada Augusta Brito, a gente discursava sobre o machismo e vimos deputados conversando alto e sorrindo. A deputada chegou a ressaltar que só as mulheres davam importância ao assunto, e isso envergonha a Casa".

O deputado Manoel Santana (PT), por outro lado, afirmou que não viu nada na ocasião que exigisse uma medida mais incisiva quanto à falta de respeito ao Plenário 13 de Maio. "Cabe ao telespectador que acompanha fazer o julgamento", opinou.

Fonte: Diário do Nordeste

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